Noite,
onde estás?
Noite, porque não
cais sobre mim, hoje?
Noite, não deixes o sol voltar,
Noite, não me faças viver sempre à luz!
Preciso da tua escuridão para me proteger, preciso
onde estás?
Noite, porque não
cais sobre mim, hoje?
Noite, não deixes o sol voltar,
Noite, não me faças viver sempre à luz!
Preciso da tua escuridão para me proteger, preciso
/* sempre preciso, sempre eu, sempre o centro do universo */
Sonho.
Sou.
Quero.
Desejo.
A minha vontade é o Alpha,
a minha vontade é o Omega.
A minha vontade é o universo.
A minha vontade é o Principio,
a minha vontade é o Fim,
a minha vontade é.
Tudo o resto são migalhas de existência,
gotas ínfimas de // não esquecer de acabar
.
.
o cair é eterno.
o mundo é inverno.
poke,
poke,
poke!
Acorda,
poesia dormente.
Ouve-me
clamar teu nome
nas florestas negras
de antigamente.
Ouve-me gritar.
Quero ouvir-te gritar
mas nunca de medo,
nunca de dor,
e poucas vezes de raiva.
Quero-te ouvir gemer, cantar,
dançar
Quero ver as tuas palavras a dançar,
uma valsa, um fox-trot, um kama-sutra
Lança-me ao ar, Noite,
apanha-me nos teus braços e vamos dançar.
.
.
partes-me o pescoço com esse sonho que não posso alcançar...
.
.
Quero cozinhar-me como se fosse uma lagosta.
Quero fumar-me como se fosse uma ganza,
quero beber-me como se fosse vodka.
Quero deitar-me, sonhar felicidade,
quero nada querer e tudo ter.
Consumo-me em consumismo para afogar o consumo da alma.
Escondo-me
nos becos sujos
da minha mente,
lá
posso ser
feliz,
porque ninguém
me está a ver.
Salto para a frente,
o que está para vir não conheço
e atrás não tenho nada para além do que já foi.
O futuro é sempre melhor do que o passado, a esperança não existe para trás.
Sou.
Quero.
Desejo.
A minha vontade é o Alpha,
a minha vontade é o Omega.
A minha vontade é o universo.
A minha vontade é o Principio,
a minha vontade é o Fim,
a minha vontade é.
Tudo o resto são migalhas de existência,
gotas ínfimas de // não esquecer de acabar
.
.
o cair é eterno.
o mundo é inverno.
poke,
poke,
poke!
Acorda,
poesia dormente.
Ouve-me
clamar teu nome
nas florestas negras
de antigamente.
Ouve-me gritar.
Quero ouvir-te gritar
mas nunca de medo,
nunca de dor,
e poucas vezes de raiva.
Quero-te ouvir gemer, cantar,
dançar
Quero ver as tuas palavras a dançar,
uma valsa, um fox-trot, um kama-sutra
Lança-me ao ar, Noite,
apanha-me nos teus braços e vamos dançar.
.
.
partes-me o pescoço com esse sonho que não posso alcançar...
.
.
Quero cozinhar-me como se fosse uma lagosta.
Quero fumar-me como se fosse uma ganza,
quero beber-me como se fosse vodka.
Quero deitar-me, sonhar felicidade,
quero nada querer e tudo ter.
Consumo-me em consumismo para afogar o consumo da alma.
Escondo-me
nos becos sujos
da minha mente,
lá
posso ser
feliz,
porque ninguém
me está a ver.
Salto para a frente,
o que está para vir não conheço
e atrás não tenho nada para além do que já foi.
O futuro é sempre melhor do que o passado, a esperança não existe para trás.
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