Perderam-se! Pobres gambuzinos!
Andei a caça deles, e não os vi.
Corri pelos campos verdejantes,
tropecei nas raizes crescidas,
de florestas miticas,
precorri as areias das praias,
caminhei pelas ruas vazias,
à noite, e cheias de dia,
de cidades perdidas e novas.
Voei até ao céu sobre nós,
vasculhei nas nuvens carregadas,
subi até mais além da atmosfera,
nos planetas quentes e nos frios,
procurei durante vidas e eras,
e não os encontrei..
Perderam-se! Pobres gambuzinos!
Seriam verdes, azuis ou amarelos?
Teriam pele, escamas ou seriam pelos?
Longos pelos de cor indefenida,
com de dois a vinte olhos,
espalhados pela face brincalhona,
séria, maçuda, má, assustadora?
Nadei nos oceanos fundos,
nos rios que nunca param,
e nos lagos parados do mundo,
perguntei a bestas, pessoas,
elefantes e pombos, peixes e aves,
e ninguem me soube dizer,
onde se perderam, os pobrezinhos..
Perderam-se... Pobres gambuzinos..
Andei a caça deles, e não os vi.
Corri pelos campos verdejantes,
tropecei nas raizes crescidas,
de florestas miticas,
precorri as areias das praias,
caminhei pelas ruas vazias,
à noite, e cheias de dia,
de cidades perdidas e novas.
Voei até ao céu sobre nós,
vasculhei nas nuvens carregadas,
subi até mais além da atmosfera,
nos planetas quentes e nos frios,
procurei durante vidas e eras,
e não os encontrei..
Perderam-se! Pobres gambuzinos!
Seriam verdes, azuis ou amarelos?
Teriam pele, escamas ou seriam pelos?
Longos pelos de cor indefenida,
com de dois a vinte olhos,
espalhados pela face brincalhona,
séria, maçuda, má, assustadora?
Nadei nos oceanos fundos,
nos rios que nunca param,
e nos lagos parados do mundo,
perguntei a bestas, pessoas,
elefantes e pombos, peixes e aves,
e ninguem me soube dizer,
onde se perderam, os pobrezinhos..
Perderam-se... Pobres gambuzinos..