Time and time again,
and who am I,
to deny,
that time never stops,
because time never passes,
because time is not.
The End is never the End,
it does not stop,
it never does,
it never will.
Time and time again,
we sing the songs of old,
time is a lye never told.
Time and time again,
we cry for we've been told,
We're not worthy to grow old.
Time and time again,
of dark and doom we sing,
for all we know is what we've seen.
there is no start,
there is no end,
there is no light,
there is no dark.
we live in the middle
we live in grey
for the only thruth absolute
is that no thruth is absolute
30.4.07
11.4.07
Buscamante (parte 1)
Nas cidades adormecidas,
nas ruas perdidas,
nos fétidos esgotos,
nos campos dos mortos,
nos becos escuros,
por detras dos muros,
nas frias noites de inverno,
mora um mostro do inferno,
uma aberração sem igual,
um animal bestial:
Ser das histórias,
destruidor de glórias,
pesadelo andante,
BUSCAMANTE!
nas ruas perdidas,
nos fétidos esgotos,
nos campos dos mortos,
nos becos escuros,
por detras dos muros,
nas frias noites de inverno,
mora um mostro do inferno,
uma aberração sem igual,
um animal bestial:
Ser das histórias,
destruidor de glórias,
pesadelo andante,
BUSCAMANTE!
7.4.07
AaBbCcDdEeFfGgHhIiJjLlMmNnOoPpQqRrSsTtUuVvXxZz
Altivamente, alegres,
andaremos todos um dia.
Bestas que somos,
burlaremos nossas vontades.
Consumidos pelo desejo,
choraremos a glória dos tempos idos.
De cabeça baixa,
deambularemos pela cidade.
Esquecidos de velhos sonhos,
esperaremos por aqueles que não virão.
Feita a nossa escolha,
faltaremos ao sofrimento dela.
Guiados pelo destino,
guinaremos à esquerda numa curva à direita.
Hoje nada somos,
hipotecaremos nossos sonhos.
Inglória a vontade,
inventaremos novas verdades.
Jazemos agora,
jantaremos nosso futuro.
Livres,
lançaremos ao mar nossa hipotese.
Mortos, em fim,
mataremos também os outros.
Não sabendo nosso fado,
nasceremos de novo novas pessoas.
Onde o fim será,
olharemos para trás a chorar.
Porque,
perguntaremos de lágrimas secas nas orbitas.
Que foi que fizemos,
quereremos saber nesse dia.
Riscada a ambição,
riscaremos com ela a vontade de viver.
Suspirando,
sustermos a respiração na vâ esperança de tudo acabar.
Trágico será o fim,
triunfaremos na morte, se a vida não o permitir.
Urdida nossa trama,
uivaremos porque nos a tecemos.
Vitória, clamaremos,
vingaremos nossa vida, ao não viver.
Xeque-Mate,
xatearemos os Deuses se tal for preciso.
Zzz-Zzz-Zzz,
zangados, no fim, finalmente dormiremos!
andaremos todos um dia.
Bestas que somos,
burlaremos nossas vontades.
Consumidos pelo desejo,
choraremos a glória dos tempos idos.
De cabeça baixa,
deambularemos pela cidade.
Esquecidos de velhos sonhos,
esperaremos por aqueles que não virão.
Feita a nossa escolha,
faltaremos ao sofrimento dela.
Guiados pelo destino,
guinaremos à esquerda numa curva à direita.
Hoje nada somos,
hipotecaremos nossos sonhos.
Inglória a vontade,
inventaremos novas verdades.
Jazemos agora,
jantaremos nosso futuro.
Livres,
lançaremos ao mar nossa hipotese.
Mortos, em fim,
mataremos também os outros.
Não sabendo nosso fado,
nasceremos de novo novas pessoas.
Onde o fim será,
olharemos para trás a chorar.
Porque,
perguntaremos de lágrimas secas nas orbitas.
Que foi que fizemos,
quereremos saber nesse dia.
Riscada a ambição,
riscaremos com ela a vontade de viver.
Suspirando,
sustermos a respiração na vâ esperança de tudo acabar.
Trágico será o fim,
triunfaremos na morte, se a vida não o permitir.
Urdida nossa trama,
uivaremos porque nos a tecemos.
Vitória, clamaremos,
vingaremos nossa vida, ao não viver.
Xeque-Mate,
xatearemos os Deuses se tal for preciso.
Zzz-Zzz-Zzz,
zangados, no fim, finalmente dormiremos!
3.4.07
@the nonsense club - 2
"Cerveja"
Cerveja!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Não gosto, prefiro vitela.
"Olha", dizia-me a minha bis-avô, mas aquela que nunca conheci :
"Chove lá fora, não vistas a meia amarela".
E eu, contente em obdecer, levava-a orgulhosamente calçada na perna que perdi.
Levo, gravados no walkman que perdi o ano passado,
silencios de dias belos, tão belos que choro só de os lembrar.
Matei o meu cão, deitei-o na cama e fiquei a olhar,
enquanto seres misteriosos que eram eu, matavam meu canino muito amado.
Aprendi, da forma mais dura que existe para aprender,
que nunca descobrir até depois de estar morto e enterrado,
que quando a terra é demasiado humida para comer,
nem assim conseguimos fugir do frio que lá fora no inferno faz...
Sou quem sou porque não soube ser outro que não quem sou e não por querer ser quem não queria,
tal e qual as maças que sabem bem porque mesmo que quizessem cair das arvores antes da hora,
Newton tal não as deixaria fazer, por ser um homem a quem elas gostavam de chamar "NEWTON MARIA!"
E a quem ele por vezes diria, depois do sexo, molhados na seiva da arvore :"é agora, embora!"
the nonsense club
Cerveja!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Não gosto, prefiro vitela.
"Olha", dizia-me a minha bis-avô, mas aquela que nunca conheci :
"Chove lá fora, não vistas a meia amarela".
E eu, contente em obdecer, levava-a orgulhosamente calçada na perna que perdi.
Levo, gravados no walkman que perdi o ano passado,
silencios de dias belos, tão belos que choro só de os lembrar.
Matei o meu cão, deitei-o na cama e fiquei a olhar,
enquanto seres misteriosos que eram eu, matavam meu canino muito amado.
Aprendi, da forma mais dura que existe para aprender,
que nunca descobrir até depois de estar morto e enterrado,
que quando a terra é demasiado humida para comer,
nem assim conseguimos fugir do frio que lá fora no inferno faz...
Sou quem sou porque não soube ser outro que não quem sou e não por querer ser quem não queria,
tal e qual as maças que sabem bem porque mesmo que quizessem cair das arvores antes da hora,
Newton tal não as deixaria fazer, por ser um homem a quem elas gostavam de chamar "NEWTON MARIA!"
E a quem ele por vezes diria, depois do sexo, molhados na seiva da arvore :"é agora, embora!"
the nonsense club
@the nonsense club -1
"Vai Ter De Ser Assim Que Eu Esqueci-Me"
beberei a isso,
doce vinho sóbrio,
doce verdade que aquece,
bebo-a com palhinha
para não engasgar!
Dancei, dancei, danado dancei
cantei as tristes horas do dia que não passou
e desejando estar só
matei-me de solidão,
enfiado num qualquer beco,
desenhei em minhas palmas
a história do mundo:
Nasceu um dia,
da vontade de um qualquer ser divinal,
uma bola de trapos
envolta em pessoas
que tristes choram
os seus fins
e o fim do que não será
pois nunca foi.
Choro alegremente
as tristezas que não sofri
porque não bebi,
dia algum,
o doce fel amargo de não ser,
e se o fiz,
não o sei,
pois não era!
Danem-se os danados cães,
pois deles não será o whiskey!
Homens de ceroulas,
cantam à lua
doces hinos de inoncentes vertentes,
pejados de sexo duro,
dançam e cantam,
dançam e cantam,
dançam e cantam:
alegrem-se, pois a tristeza é a razão de ser da alegria,
já o outro dizia
já no outro dia,
a àgua estava fria,
o sol chorava e a lua sorria
e minhas mãos eu mordia
the nonsense club
beberei a isso,
doce vinho sóbrio,
doce verdade que aquece,
bebo-a com palhinha
para não engasgar!
Dancei, dancei, danado dancei
cantei as tristes horas do dia que não passou
e desejando estar só
matei-me de solidão,
enfiado num qualquer beco,
desenhei em minhas palmas
a história do mundo:
Nasceu um dia,
da vontade de um qualquer ser divinal,
uma bola de trapos
envolta em pessoas
que tristes choram
os seus fins
e o fim do que não será
pois nunca foi.
Choro alegremente
as tristezas que não sofri
porque não bebi,
dia algum,
o doce fel amargo de não ser,
e se o fiz,
não o sei,
pois não era!
Danem-se os danados cães,
pois deles não será o whiskey!
Homens de ceroulas,
cantam à lua
doces hinos de inoncentes vertentes,
pejados de sexo duro,
dançam e cantam,
dançam e cantam,
dançam e cantam:
alegrem-se, pois a tristeza é a razão de ser da alegria,
já o outro dizia
já no outro dia,
a àgua estava fria,
o sol chorava e a lua sorria
e minhas mãos eu mordia
the nonsense club
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