Flesh crafted mechanical animals dance,
fire on their clothing, sings!
of the Brave New World,
tomorrow will not find (us again).
Inside their burning hearts,
Other truths await for release,
Finding nothing but loneliness.
Buildings rise and fall,
Shinning beautifully tall,
on the windows out of sight,
mankind lost it's might.
Nothing I find inside,
other than the emptiness,
the void eternal,
the laughter of Gods,
as they look down on us
and forget how to cry.
Tears that fall,
Tears that call,
Tears and Fears,
nothing at all.
A new dawn is coming,
and we sing gleefully,
the time is here!
29.8.08
22.6.08
The Our Null
Our null witch art in void,
public be thy class,
thy Object return,
thy preconditions be done,
on run time as it is in compiler
Gives us this day our error correction,
and forgive us faulty memory allocations,
as we forgive those who allocate wrong,
and lead us not into segmentation-fault,
but deliver us from fatal errors.
public be thy class,
thy Object return,
thy preconditions be done,
on run time as it is in compiler
Gives us this day our error correction,
and forgive us faulty memory allocations,
as we forgive those who allocate wrong,
and lead us not into segmentation-fault,
but deliver us from fatal errors.
13.6.08
pr0n
Deitei-me sobre a cama vazia,
imaginado-a lá, nua, debaixo de mim,
despi-me de roupas e sanidade,
arraquei de meu corpo a esperança,
e sem que ela lá estivesse,
penetrei-a com paixão,
sem reparar que fodia o meu colchão!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
Perdi-me entre as suas tetas,
beijando-as, chupando-as,
lambendo com prazer,
apertando-as para a ouvir gemer,
sem reparar que apertava a minha almofada!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
Nadei entre as suas pernas,
sorvendo-lhe o liquido vital,
senti-lhe o sabor na lingua,
provei-lhe a alma,
dentro da cona,
sem reparar que lambia a minha mão!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
imaginado-a lá, nua, debaixo de mim,
despi-me de roupas e sanidade,
arraquei de meu corpo a esperança,
e sem que ela lá estivesse,
penetrei-a com paixão,
sem reparar que fodia o meu colchão!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
Perdi-me entre as suas tetas,
beijando-as, chupando-as,
lambendo com prazer,
apertando-as para a ouvir gemer,
sem reparar que apertava a minha almofada!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
Nadei entre as suas pernas,
sorvendo-lhe o liquido vital,
senti-lhe o sabor na lingua,
provei-lhe a alma,
dentro da cona,
sem reparar que lambia a minha mão!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
35qu3c3 4 v1d4 9u3 50nh4m05,
359u3c3 4 c454 9u3 50nh4m05,
35qu3c3 05 d145 9u3 9u3214m05 p424 n05.
7ud0 1550 m0223u,
9u3m m470u 0 n0550 fu7u20
(3x1571u 539u32 um fu7u20 p424 n05?)
f0573 7u,
n40 3u.
n40 fu1 3u 9u3 n05 4fund0u,
9u41 7174n1c d0 4m02,
f0573 7u.
"4 10n6 71m3 460, 1n 4 w411 7h323 w45 4 p03m, 1n 1337 w2i773n, 7h47 5p0k3 480u7 10v3"
Alguem demoliu a parede,
e recolheu os bocados com uma retroescavadora,
levou-os até ao mar,
e nos oceano os afogou,
e assim esta historia acabou.
"foi mudar o mundo sem pensar em mim"
e eu, esquecido por ti,
por quem tu és,
por quem eu sonhei que fosses,
sem que tu o fosses,
fiquei a chorar,
envolto no meu vomitado,
encostado a uma parede,
lágrimas de alcool,
podre por dentro,
podre por fora,
morta a minha alma,
não choro pois já não o sei fazer.
Odeio-te, ao amar-te.
Odeio-te por me teres morto,
Odeio-te por me teres feito acreditar que me poderias amar...
(p13453, d0n7 137 m3 d13 410n3 4641n..)
359u3c3 4 c454 9u3 50nh4m05,
35qu3c3 05 d145 9u3 9u3214m05 p424 n05.
7ud0 1550 m0223u,
9u3m m470u 0 n0550 fu7u20
(3x1571u 539u32 um fu7u20 p424 n05?)
f0573 7u,
n40 3u.
n40 fu1 3u 9u3 n05 4fund0u,
9u41 7174n1c d0 4m02,
f0573 7u.
"4 10n6 71m3 460, 1n 4 w411 7h323 w45 4 p03m, 1n 1337 w2i773n, 7h47 5p0k3 480u7 10v3"
Alguem demoliu a parede,
e recolheu os bocados com uma retroescavadora,
levou-os até ao mar,
e nos oceano os afogou,
e assim esta historia acabou.
"foi mudar o mundo sem pensar em mim"
e eu, esquecido por ti,
por quem tu és,
por quem eu sonhei que fosses,
sem que tu o fosses,
fiquei a chorar,
envolto no meu vomitado,
encostado a uma parede,
lágrimas de alcool,
podre por dentro,
podre por fora,
morta a minha alma,
não choro pois já não o sei fazer.
Odeio-te, ao amar-te.
Odeio-te por me teres morto,
Odeio-te por me teres feito acreditar que me poderias amar...
(p13453, d0n7 137 m3 d13 410n3 4641n..)
7.4.08
opium dreams of cyberspace
the green lines of horizon
shone in my eyes,
and the buildings rising,
made me cry,
for I was not home,
not even close,
I was far, in a land of dreams,
a land that exists not,
and yet I was there.
I Am, so I must Be,
I kept saying to me,
yet I all around there is,
nothing but green lines and dots.
I myself am no more
than a green pixel in
a green over black world.
shone in my eyes,
and the buildings rising,
made me cry,
for I was not home,
not even close,
I was far, in a land of dreams,
a land that exists not,
and yet I was there.
I Am, so I must Be,
I kept saying to me,
yet I all around there is,
nothing but green lines and dots.
I myself am no more
than a green pixel in
a green over black world.
13.3.08
11.2.08
it is a draft of something good
Is it true,
is it false,
do I even care?
Are we right,
are we wrong,
do I even care?
Will it last,
will it end,
do I even care?
24.1.08
um não poema.
estou perdido, no meu coração.
Não sei de que lado fica a saída,
onde é que deveria estar,
mas pior de tudo,
não sei se quero sair,
ou prolongar a confusão,
não sei quero acabar com tudo,
ou aguentar o resto da viagem.
(Cedo estarei só de novo,
e só de esperanças também,
sem ninguém a quem beijar,
sem ninguém a quem desejar.)
és desejo, ela é paixão
(ou será ao contrario?),
mas tenho-vos presas,
no meu coração.
Queria cantar aos céus,
e ser feliz..
Por agora vou-me contentar com a paz,
que nunca terei,
que nunca sentirei de novo na pele,
até ter alguém a quem amar.
Só amando, sofrendo, doendo cá dentro,
podemos de verdade sentir.
(parecem-me ridículas,
vazias,ocas e gastas
estas linhas que escrevi.
não sei, não quero, não vou.)
----------------------------------
minto. Quero, desejo, sonho com isso,
e sei que nunca o terei,
nunca mais serei teu o teu rei,
nunca mais o teu príncipe,
nunca mais o teu senhor.
Agora serei um servo,
um escravo,
mero criado,
as ordens de um coração estragado.
tentei esvaziar a minha mente,
ontem,
estavas lá tu. Todas as tu,
que tu já foste.
como se numa pista fechada,
meu ser anda as voltas,
passando por tudo vezes e vezes e vezes sem conta.
[anseio pelo beijo libertador do álcool,
pelo abraço apaziguador das drogas,
pelo calor do sexo.]
perco-me uma vez mais naquilo que digo,
digo coisas sem sentido,
frases feitas soltas,
(perdi-a)
e sempre a mesma ideia,
sempre o mesmo tom,
é sempre a mesma coisa.
Sou poesia, se poesia é dor,
sou poesia se poesia é amor,
seria poesia se isto fosse poesia,
seria poesia se não morresse um dia,
seria poesia se eu existisse de verdade.
[Hi / =) / and then silence, as always.
silence hurts more than words,
'cause words you know what they mean,
and silence can say everything..
(You gave me that look again,
and I had to stay here,
without awnsering as it I wished to.
You are lust,
and I am lost,
in that body of yours,
that I can't touch again..)
and silence still sings between us.
maybe it will always be like this,
maybe it always was,
and all that I tought there was,
was only but dreams and toughts]
continuar a escrever,
ignorar o tempo que passa,
ignorar que o dia lá fora está a chegar ao fim,
ignorar exames, estudos, amigos, tudo..
só quero que tudo isto acabe,
o silencio, os quase beijar-te,
o tudo que está na minha mente.
Quero paz,
mas não a quero.
Não sei de que lado fica a saída,
onde é que deveria estar,
mas pior de tudo,
não sei se quero sair,
ou prolongar a confusão,
não sei quero acabar com tudo,
ou aguentar o resto da viagem.
(Cedo estarei só de novo,
e só de esperanças também,
sem ninguém a quem beijar,
sem ninguém a quem desejar.)
és desejo, ela é paixão
(ou será ao contrario?),
mas tenho-vos presas,
no meu coração.
Queria cantar aos céus,
e ser feliz..
Por agora vou-me contentar com a paz,
que nunca terei,
que nunca sentirei de novo na pele,
até ter alguém a quem amar.
Só amando, sofrendo, doendo cá dentro,
podemos de verdade sentir.
(parecem-me ridículas,
vazias,ocas e gastas
estas linhas que escrevi.
não sei, não quero, não vou.)
----------------------------------
minto. Quero, desejo, sonho com isso,
e sei que nunca o terei,
nunca mais serei teu o teu rei,
nunca mais o teu príncipe,
nunca mais o teu senhor.
Agora serei um servo,
um escravo,
mero criado,
as ordens de um coração estragado.
tentei esvaziar a minha mente,
ontem,
estavas lá tu. Todas as tu,
que tu já foste.
como se numa pista fechada,
meu ser anda as voltas,
passando por tudo vezes e vezes e vezes sem conta.
[anseio pelo beijo libertador do álcool,
pelo abraço apaziguador das drogas,
pelo calor do sexo.]
perco-me uma vez mais naquilo que digo,
digo coisas sem sentido,
frases feitas soltas,
(perdi-a)
e sempre a mesma ideia,
sempre o mesmo tom,
é sempre a mesma coisa.
Sou poesia, se poesia é dor,
sou poesia se poesia é amor,
seria poesia se isto fosse poesia,
seria poesia se não morresse um dia,
seria poesia se eu existisse de verdade.
[Hi / =) / and then silence, as always.
silence hurts more than words,
'cause words you know what they mean,
and silence can say everything..
(You gave me that look again,
and I had to stay here,
without awnsering as it I wished to.
You are lust,
and I am lost,
in that body of yours,
that I can't touch again..)
and silence still sings between us.
maybe it will always be like this,
maybe it always was,
and all that I tought there was,
was only but dreams and toughts]
continuar a escrever,
ignorar o tempo que passa,
ignorar que o dia lá fora está a chegar ao fim,
ignorar exames, estudos, amigos, tudo..
só quero que tudo isto acabe,
o silencio, os quase beijar-te,
o tudo que está na minha mente.
Quero paz,
mas não a quero.
3.1.08
sudo rm ./* -r -f
era tão mais facil esquecer.
"INTO OBLIVION FALL",
escrito em gigantes letras,
nas paredes do meu coração.
não quero.
não posso.
não sei...
Doi saber que te vai doer,
custa ver-nos morrer.
/**
* INTERRUPT
**/
a vida obriga.
o desejo comanda.
o sonho, é um vazio,
esfumei-me em medo,
esvaziei-me de emoçoes.
(AH! que bom seria poder,
realmente fazer-lo!)
DEATH!
dESTRUCTION!
COME CHAOS!
take me away,
and bring me never back,
for this world
is pain for me
.
.
.
"INTO OBLIVION FALL",
escrito em gigantes letras,
nas paredes do meu coração.
não quero.
não posso.
não sei...
Doi saber que te vai doer,
custa ver-nos morrer.
/**
* INTERRUPT
**/
a vida obriga.
o desejo comanda.
o sonho, é um vazio,
esfumei-me em medo,
esvaziei-me de emoçoes.
(AH! que bom seria poder,
realmente fazer-lo!)
DEATH!
dESTRUCTION!
COME CHAOS!
take me away,
and bring me never back,
for this world
is pain for me
.
.
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