24.1.08

um não poema.

estou perdido, no meu coração.
Não sei de que lado fica a saída,
onde é que deveria estar,
mas pior de tudo,
não sei se quero sair,
ou prolongar a confusão,
não sei quero acabar com tudo,
ou aguentar o resto da viagem.

(Cedo estarei só de novo,
e só de esperanças também,
sem ninguém a quem beijar,
sem ninguém a quem desejar.)

és desejo, ela é paixão
(ou será ao contrario?),
mas tenho-vos presas,
no meu coração.

Queria cantar aos céus,
e ser feliz..
Por agora vou-me contentar com a paz,
que nunca terei,
que nunca sentirei de novo na pele,
até ter alguém a quem amar.

Só amando, sofrendo, doendo cá dentro,
podemos de verdade sentir.

(parecem-me ridículas,
vazias,ocas e gastas
estas linhas que escrevi.
não sei, não quero, não vou.)

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minto. Quero, desejo, sonho com isso,
e sei que nunca o terei,
nunca mais serei teu o teu rei,
nunca mais o teu príncipe,
nunca mais o teu senhor.
Agora serei um servo,
um escravo,
mero criado,
as ordens de um coração estragado.

tentei esvaziar a minha mente,
ontem,
estavas lá tu. Todas as tu,
que tu já foste.

como se numa pista fechada,
meu ser anda as voltas,
passando por tudo vezes e vezes e vezes sem conta.

[anseio pelo beijo libertador do álcool,
pelo abraço apaziguador das drogas,
pelo calor do sexo.]

perco-me uma vez mais naquilo que digo,
digo coisas sem sentido,
frases feitas soltas,
(perdi-a)
e sempre a mesma ideia,
sempre o mesmo tom,
é sempre a mesma coisa.

Sou poesia, se poesia é dor,
sou poesia se poesia é amor,
seria poesia se isto fosse poesia,
seria poesia se não morresse um dia,
seria poesia se eu existisse de verdade.

[Hi / =) / and then silence, as always.
silence hurts more than words,
'cause words you know what they mean,
and silence can say everything..

(You gave me that look again,
and I had to stay here,
without awnsering as it I wished to.
You are lust,
and I am lost,
in that body of yours,
that I can't touch again..)

and silence still sings between us.
maybe it will always be like this,
maybe it always was,
and all that I tought there was,
was only but dreams and toughts]

continuar a escrever,
ignorar o tempo que passa,
ignorar que o dia lá fora está a chegar ao fim,
ignorar exames, estudos, amigos, tudo..
só quero que tudo isto acabe,
o silencio, os quase beijar-te,
o tudo que está na minha mente.
Quero paz,
mas não a quero.

3.1.08

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era tão mais facil esquecer.
"INTO OBLIVION FALL",
escrito em gigantes letras,
nas paredes do meu coração.

não quero.
não posso.
não sei...

Doi saber que te vai doer,
custa ver-nos morrer.

/**
* INTERRUPT
**/

a vida obriga.
o desejo comanda.
o sonho, é um vazio,
esfumei-me em medo,
esvaziei-me de emoçoes.
(AH! que bom seria poder,
realmente fazer-lo!)

DEATH!
dESTRUCTION!
COME CHAOS!
take me away,
and bring me never back,
for this world
is pain for me
.
.
.