bizarra sadólésbicóultra-violência
sagrada raiz cultóabrasadora
engolida goela abaixo, ventre adentro
o fugir perpétuo perpendicularmente
à estrada, aquela, a única estrada
a que vai de sítio nenhum acabar no nada.
sagrada raiz cultóabrasadora
engolida goela abaixo, ventre adentro
o fugir perpétuo perpendicularmente
à estrada, aquela, a única estrada
a que vai de sítio nenhum acabar no nada.
rotunda electrómecanica automatizada,
aqui não cabem nomes, só espaços,
espaços micrósofisticados para pobre
dormir à beira de um beco sem fim,
caixa de cartão inviolável universo instável
e dor palpável nas palavras inventadas
na paralelepipédica acolchoada do chão
parede vírgular entre o vazio celular
e a mitose metaquânticópulsante
dos supradependentes da propaganda
teleimaginética enviada em tsunamicas
ondas de vácuosa ideológicómortal substância
escondidos da suprema vitignorancia daqueles sábios
que inebriadópesados se arrastam
pelas ruas da amargurante casa pensante
torre márboreantóbranca altiva
verborreiam adjectivando as crianças
ascendentes e descendentes da revolução
com as cores do sujo do pobre do fraco
meritocratodivinal liturgia que os guia
na finalizóterminação caustica da coisa
há uma negação prosaica do sentido
uma queda em direção ao pós modernismo
buraco negro da significação simbólica
e nada se retira da metafísica de tudo
no fim, a esta hora tudo é supositório:
se acreditas que funciona....
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