uma gota de vermelho na palidez dela,
um chamariz, sereias cantando e suplicando
o meu abraço gentil.
Uma flor,
bela como o tempo,
e com a cor
de todas as cores do mundo.
Uma flor,
e nas suas duas pétalas escarlates,
pousar o meu beijo,
desejo.
Selar a tua tristeza
num caixão escuro e escondido,
um qualquer mausoléu perdido,
onde ela nunca te encontre de novo
e te possa ver sorrir,
para sempre,
a sorrir.
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