ESCURIDÃO!
vem e leva-me pela mão,
esconde-me no teu seio,
obscurece,
obscurece a minha alma,
que caminha,
suavemente,
rumo à morte.
Uma morte,
apenas outra morte,
só isso,
nada mais.
Morro,
e volto a morrer.
Desta vez quem me matará,
não serei eu.
Desta vez que me enterrará,
quem fundo na terra
meu corpo depositará,
não serei eu,
e não sei
quem será.
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