Deitei-me sobre a cama vazia,
imaginado-a lá, nua, debaixo de mim,
despi-me de roupas e sanidade,
arraquei de meu corpo a esperança,
e sem que ela lá estivesse,
penetrei-a com paixão,
sem reparar que fodia o meu colchão!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
Perdi-me entre as suas tetas,
beijando-as, chupando-as,
lambendo com prazer,
apertando-as para a ouvir gemer,
sem reparar que apertava a minha almofada!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
Nadei entre as suas pernas,
sorvendo-lhe o liquido vital,
senti-lhe o sabor na lingua,
provei-lhe a alma,
dentro da cona,
sem reparar que lambia a minha mão!
No seu corpo me vim,
sujei-a com o meu amor,
com o sumo do meu ser,
AH! tão bom é foder!
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